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Melhores Bicicletas Elétricas do Mercado

Melhores Bicicletas Elétricas do Mercado
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Conheças as melhores bicicletas elétricas do mercado!

Realizar exercícios é uma das coisas mais prazerosas da vida. Quando podemos aliar, no entanto, o útil ao agradável, essa experiência se torna ainda mais proveitosa.

Por isso que ter uma bicicleta é uma das melhores coisas que você pode fazer para se locomover e ainda se exercitar. Mas que tal uma bike motorizada? Este artigo é justamente sobre isto: as melhores bicicletas elétricas do mercado.

Melhor Custo Benefício
E-Bike Mini dobrável da SKAPE
Nossa Avaliação:
Econômica
Scooter Brasil Daytona Vermelha
Nossa Avaliação:

 

Melhores bikes elétricas

Quando você olha para uma bicicleta elétrica, a princípio não nota muitas diferenças entre ela e uma normal. De fato, realmente elas não diferem tanto assim uma da outra em termos de aparência. Uma bike elétrica normalmente é uma bike comum, com um motor elétrico em uma de suas rodas e uma bateria de lítio super moderna.

Com uma das melhores bicicletas elétricas do mercado você pode percorrer amplas distâncias sem precisar pedalar. Basta escolher um modelo cuja bateria dure o suficiente, de acordo com a quantidade de quilômetros diários que costuma andar. Há baterias de 8Ah, de 10Ah e de 12Ah. Com uma recarga elas funcionam por 30, 40 e 50 quilômetros, respectivamente.

Entendido o que é uma bike elétrica, confira agora os melhores modelos disponíveis!

 

Sem trânsito caótico, sem ônibus lotados e sem suor: pedale a sua E-Bike e vá do trabalho para a casa, da escola para a academia sem sentir o caminho. A E-Bike Enjoy é feita toda em alumínio, pesando apenas 13 quilos. Mesmo para uma bike elétrica, ela é muito leve! Sua alimentação é uma bateria de 36V 4.4 Ah. Por isso disponha de uma autonomia de até 15 quilômetros, a uma velocidade máxima de 25 quilômetros por hora. Essa bateria pode ser recarregada em qualquer tomada, seja 110 ou 220V, após duas horas.

Mas há mais! As rodas são infláveis, enquanto o banco possui amortecimento. O guidão é dobrável e, mesmo leve, ela suporta um usuário de até 120 quilos. Há um painel de instrumentos, em que você pode obter informações preciosas, como velocidade e distância percorrida.

Se tiver de pedalar no escuro, sem problemas. Há iluminação de LED na frente e atrás, de modo que os outros veículos e até mesmo pedestres possam notá-lo. Os freios são a disco.

 

Seja você um estudante a caminho da Universidade, seja um profissional indo trabalhar, a E-Bike Ciclo dá conta de seus trajetos diários sem exigir de você um único pingo de suor ou uma única gota de gasolina. A E-Bike Ciclo, assim como a anterior, tem o corpo todo produzido em alumínio.

Pesando um quilo a mais, portanto 14, é uma bicicleta leve e fácil de ser transportada. Por falar em ser transportada, a Ciclo é uma bike dobrável. Portanto, dependendo do tamanho da sua mochila, basta dobrá-la e levá-la consigo após o chegar ao seu destino. Para um país repleto de criminalidade como o Brasil, isso é ótimo!

Por falar em transporte, a Ciclo transporta você com pneus de 8 polegadas. Mesmo com pneus tão pequenos, você sentirá que há conforto, suavidade e estabilidade ao pilotar essa bicicleta. A bateria, por sua vez, é de 36V 4.4 Ah, podendo ser carregada em uma fonte de alimentação AC110-240V. A autonomia da bateria é de 18 quilômetros, a uma velocidade máxima de 25 quilômetros por hora.

Algo inovador e interessante é que você pode gerenciar as informações da bicicleta, como as marcações de distância percorrida, por um aplicativo, o Snail Walker Mymax. O motor da bicicleta tem 250W de potência, e há um farol de LED frontal para iluminação. Os freios são a disco.

 

Ela é perfeita para o que podemos chamar de intermodalidade de transporte. É a famosa baldeação, quando você sai do metrô para o ônibus ou do ônibus para o metrô. Enquanto não está em um desses transportes coletivos, pedale com sua Mini tranquilamente pelas vias. Quando for preciso sair da via, basta dobrar toda a sua bicicleta e guardá-la na mochila.

Leve, pequena e fácil de dobrar, é uma mão na roda para quem transita pelos centros urbanos mais caóticos do país. Nem sempre será possível pedalar, a gente sabe, por isso mesmo é ótimo poder ter do seu lado toda a praticidade do mundo.

A bateria da Mini faz dela uma das melhores bicicletas elétricas dessa lista. Em comparação às concorrentes até então apresentadas, é superior. Sua bateria de Li-ion é de 36 5.2Ah. O tempo de recagar fica entre 3 a 4 horas. A velocidade máxima chega a 25 quilômetros por hora, com uma autonomia que chega aos 40 quilômetros percorridos.

Surpreenda-se com um sistema de viagem que tem seis modos. O guidão tem regulagem de altura, e o frio é freio a disco. Os pneus são Kenda, e o motor é Geared, de 250W de potência. A bike ainda conta com piloto automático simples, que na verdade funciona mais como um assistente de direção.

 

O motor é 850W, 48 volts, com uma autonomia razoavelmente interessante da bateria. Você pode andar continuamente 35 quilômetros sem parar. A bateria é de 12V 14Ah, de chumbo ácido, com ciclo profundo, responsável, também, pelo farol e pelo alarme.

Há uma suspensão dianteira e três marchas. A velocidade máxima que a Scooter Brasil atinge é 49 quilômetros por hora, portanto não espere usá-la para viajar em estradas cuja velocidade mínima é acima disso.

 

Vá para o trabalho com o motor ligado durante a ida, mas volte pedalando para se exercitar e para exibir esse lindo modelo. Conta com um cesto dianteiro, em que pode levar mochila, bolsa ou qualquer objeto de tamanho médio.

A Confort conta com um mostrador de bateria e com um motor de 800W, que não possui escova, o que diminui o seu desgaste. As alavancas contam com um sensor magnético, de forma que se evite falhas na hora da frenagem. É uma maneira de aumentar a proteção do ciclista. Além de tudo isso, conta com um sistema moderno de pedalagem assistida!

Essa bicicleta é mais pesada que as primeiras de nossa lista, pois tem 56 quilos. Suporta uma pessoa com até 90 quilos. Suas rodas têm aro 26, sendo de alumínio. O banco é de gel. A bateria é de 48V 12Ah. Pelo menos a cada quinze dias é preciso fazer uma recarga, cujo tempo é de 4 a 6 horas para finalizar. A autonomia fica em torno dos 25/30 quilômetros.  O quadro é de aço carbono, e o guidão é de alumínio.

 

A autonomia é de mais ou menos 35 quilômetros, com um consumo de 0,01 a 0,02 KW por quilômetro rodado. A bateria é de 12V 15Ah, de chumbo ácido, com ciclo profundo. A velocidade máxima que você pode chegar com essa bicicleta é de 50 quilômetros por hora em média. Isso ocorre com o auxílio de três níveis de marcha. No nível 1, o motor libera 350W de potência. No 2, são 500W, enquanto o nível 3 e último libera a potência máxima de 850W. Há pedalagem assistida, se você desejar, embora consuma mais bateria.

 

Pesa cerca de 14 quilos e não ocupa tanto espaço em um bagageiro de um carro ou mesmo em uma mala de viagem. A tecnologia de dobragem é em aço carbono, e há travasque não deixam com que a bike se solte quando dobrada. São sete diferentes níveis de marcha, cuja fabricante é a incomparável Shimano. Os aros são de alumínio de parede dupla, 20 X 1,5. O guidão, infelizmente, é reto e não dobrável, mas feito com liga de alumínio. O banco, por sua vez, é vazado de espuma e feito de couro sintético. Já os freios são aquele padrão freio a disco.

Tenha cuidado que essa bike tem algumas particularidades interessantes. Sempre que você acionar o freio, por exemplo, o motor irá parar. É como se o kmecanismo todo da bicicleta entendesse que a partir de então você está em modo manual e não elétrico.

A bateria, por falar em elétrico, é do tipo garrafa, de 36V 10Ah, de lítio e removível. A velocidade máxima atingida fica entre os 25 e os 30 quilômetros. Claro que isso varia bastante, conforme tipo de terreno, se é um aclive ou declive. A autonomia dessa bateria é de até 40 quilômetros por hora, com um tempo de recarga alto, entre as 6 e as 8 horas.

 

Só isso já pode ser motivo para adquiri-la, se você está interessado em uma bike elétrica diferente. Um segundo ponto positivo é a estrutura dessa bike. Conta um quadro em alumínio Sense 6061 desenvolvido especificamente para E-Bike e apresenta uma geometria esportiva.

É um grande reforço em termos estruturais, pois é mais resistente e aumenta a durabilidade da bicicleta. Principalmente em comparação às bikes normais, por exemplo, que comumente tem quadros com 1,0mm de espessura.

A bike Impulse é equipada com o sistema de motorização Direct Drive que entrega 350Wh. O motor traseiro é alimentado por uma bateria semi-integrada de 36v e 14,5Ah, o que o torna extremamente potente.

Apesar de todo esse poder, a bike continua a ser suave e silencioso. A Impulse conta ainda com o novo e moderno display de Lcd, transmissão Shimano de 8 velocidades e freios à disco mecânicos.

Qual e melhor bicicleta elétrica: custo-benefício

Se a disputa fosse entre todas as bicicletas com algum tipo de motor, com certeza diríamos que a grande vencedora em termos de custo-benefício é a da Bicimoto. Até porque a cada litro de gasolina você pode andar cerca de 65 quilômetros de distância. E pelo preço que essa bike custa, certamente que é uma compra que vale muito a pena.

Mas como nosso artigo é sobre as melhores bicicletas elétricas, precisamos tomar uma posição nesse sentido. Avaliando tudo, seja funcionalidades, tamanho, peso, preço, potência e durabilidade da bateria, ficamos com a segunda da lista, a Ciclo, da Mymax.

Escolhemos esse modelo primeiramente porque ele é dobrável. Isso facilita muito as coisas para quem tem um cotidiano atribulado, que é preciso não só pedalar, mas também pegar metrô, trem ou ônibus. A praticiadade de enfiar a bicicleta em uma mochila conta muito.

Além disso, o preço, se comparado a outros modelos parecidos, é um dos mais razoáveis. E vamos combinar que você não precisa gastar muito mais do que isso. Há bikes elétricas que custam o dobro da Ciclo e tem uma bateria com autonomia igual e com velocidade máxima igual.

Como a ideia da bicicleta elétrica é ser um auxílio no dia a dia, não um meio de transporte oficial para fazer viagens, julgamos que o ideal não é ter mesmo muita potência. Tampouco é preciso que você atinja grandes distâncias, principalmente porque todos os modelos, sem excessão, demoram a recarregar.

Bicicleta elétrica vale a pena?

bicicleta elétrica vale a pena

Tudo depende muito do uso que você quer dar a esse tipo de bicicleta. Além disso, é preciso conhecer as vantagens e as desvantagens que uma bike elétrica pode oferecer. Pensar nos custos também é muito importante, principalmente porque você já viu acima os valores que esse tipo de produto tem.

Para lhe ajudar, contudo, separamos abaixo alguns pontos que você precisa ter em mente antes de bater o martelo e realizar a compra.

O preço pode assustar

Não vamos mascarar a verdade aqui: as melhores bicicletas elétricas não são nem um pouco baratas. Você encontra modelos simples e de relativa qualidade por volta dos R$ 1.500,00, embora os mais procurados e de qualidade média para cima rondem entre os R$ 2.000,00 e os R$ 3.500,00. E, em casos mais extremos, há bikes dessas que ficam entre os R$ 15.000,00 e os R$ 20.000,00.

Se você parar para comparar com uma bicicleta normal, há modelos com marcha e com peças de alta qualidade por menos de R$ 1.000,00. Aliás, vamos combinar: se não for assim tão exigente, pode encontrar boas bikes por menos de R$ 600,00.

Pense na utilidade

Há quem pense por aí que uma bicicleta elétrica é ótima para fazer viagens. Esqueça: ela não é uma moto, apesar do motor. As melhores baterias dão para ela um máximo de 50 quilômetros de uso, sendo que desses 50 você precisa descontar aí uns três ou quatro.

Raramente é o total que os vendedores prometem. Se pensarmos que uma viagem no Brasil, com ida e volta, normalmente é bem mais do que essa quilometragem, não vale tanto a pena.

Além disso, a recarga das baterias é consideravelmente demorada. As baterias da maioria dos modelos precisa ser recarregada em uma tomada, levando de duas a três horas para ter carga completa. Algumas podem ser removidas da bike, enquanto outras não podem. Certas bicicletas, as mais caras, no caso, até permitem que a bateria seja recarregada enquanto você pedala, mas são mesmo muito mais caras.

Portanto é preciso pensar na utilidade da bike para você, sim, mas também em sua utilidade geral. Se você usá-la muito, todos os dias, digamos, para ir trabalhar, a bateria em algum momento começará a ficar “viciada”. Trocar a baterua por uma nova pode ser bastante caro.

O ideal é que essa bike fique mais para os finais de semana, para os feriados, como uma “reserva de luxo”. Só que aí, se for para gastar uma pequena fortuna e deixá-la na garagem muito tempo, não vale muito a pena, certo? Por isso pense bem nesses prós e contras.

Não é boa para lombas

Muito se ouve de consumidores que o motivo de adquirirem uma das melhores bicicletas elétricas do mercado é porque querem subir ladeiras e lombas. Lamentamos informar, porém isso não é possível. Dependendo do aclive, vai ser um sofrimento. Os motores das bikes não aguentam por muito tempo subidas inclinadas demais e que se prolongam por muitos metros.

Na maioria dos casos, você acabará tendo que empurrar a bike. Nesse sentido, entre pagar R$ 2.000,00 por uma motorizada e R$ 600,00 por uma normal e ter que empurrar ambas, fique com a que custa menos. Você ainda faz exercícios, na tentativa de pedalar lomba acima, afinal uma bike comum é muito mais leve que uma elétrica.

A manutenção pode ser um problema

Achar quem faça manutenção em bicicletas normais é bastante fácil. Todo mundo tem um conhecido, que possui um amigo que pode indicar um profissional. O problema é que não é assim tão simples achar mecânicos para bicicletas elétricas. Grande parte dos mecânicos hesita em mexer nessas bikes.

A solução mais óbvio seria apelar para as assistências autorizadas. Porém até isso pode acabar sendo uma complicação. Como as bicicletas elétricas são algo que recém começa a se popularizar no Brasil, as autorizadas disponíveis não são muitas. E quando há, às vezes podem não ter as peças que você procura.

Legislações e aspectos legais

Ao contrário do que muitos pensam, uma bicicleta elétrica é vista pela lei da mesma forma que uma bicicleta comum. Em relação, ainda, a uma moto, por exemplo, não há qualquer tipo de imposto a pagar sobre esse veículo, como licenciamento, DPVAT e IPVA.

Em termos de estacionamento, as regras aplicadas às bikes elétricas também facilitam seu uso. Se estiverem cadeadas, pode deixá-las estacionadas em praticamente qualquer espaço público. Além disso, há espaços dedicados especialmente à bicicletas, sejam elas elétricas ou não, de modo que você não precisa se preocupar em atrapalhar o trânsito de pedestres ao deixar a sua sobre a calçada.

Uma questão que você deve estar atento, contudo, é que as leis de trânsito entendem as bicicletas como veículos. Ou seja: o correto é você andar com ela sobre a via, junto aos carros, motos e ônibus, não junto à calçada. Se uma bicicleta comum pode machucar um pedestre ao atropelá-lo, imagine uma elétrica.

Não polui o meio-ambiente

Se você está em dúvida entre uma bike elétrica e uma moto, por exemplo, mas percorre distâncias curtinhas no dia a dia, opte pela primeira. Não só as melhores bicicletas elétricas, mas todas elas não emitem poluentes. Afinal, funcionam apenas à eletricidade.

Portanto, no fim, as melhores bicicletas elétricas do mercado valem muito a pena. Se você der a sua o uso correto e se for um usuário consciente, tem tudo para ser um bom veículo de transporte de curtas distâncias.

 

 

Crédito das imagens: Lojas Americanas, Magazine Luiza, Submarino e Unsplash